Agência Rio de Notícias

domingo, 12 de agosto de 2007

Você faz idéia do que seja exatamente Nanotecnologia??????


Pois é, eu não fazia idéia até ontem; estava eu ,"surfando na net, até que achei um site bem no meu estilo, "realidadeoculta.com" e então li vários artigos sobre temas do meu interessa pessoal, não que tenham algo a ver com a minha área de estudos, neste caso sociologia e antropologia, mas me interesso muito por sociedades e ordem secretas, conspirações, ovnis etc essas coisas sabe? bem e então neste site li um artigo alertando sobre os perigos dessa tal "Nano tecnologia" e resolvi investigar, procurar saber mais sobre este assunto.

O que encontrei: Trata-se da capacidade potencial de criar coisas a partir do "mais pequeno"(termos usados no site:

http://www.euroresidentes.com/futuro/nanotecnologia/nanotecnologia_responsavel/introducao_nanotecnologia.htm), usando as técnicas e ferramentas que estão sendo desenvolvidas para colocar cada átomo e cada molécula no lugar desejado. Se conseguirmos este sistema de engenharia molecular, o resultado será uma nova revolução industrial. Além disso, teria também importantes consequências económicas, sociais, ambientais e militares.


Fala-se com frequência da nanotecnologia como uma "tecnologia de objetivos gerais". Isso deve-se ao fato de que em sua fase madura terá um impacto significativo na maioria de indústrias e áreas da sociedade. Melhorará os sistemas de contrução e possibilitará a fabricação de produtos mais duráveis, limpos, seguros e inteligentes, tanto para a casa, como para as comunicações, os transportes, a agricultura e a indústria em geral. Imagina-se dispositivos médicos com capacidade para circular na corrente sanguínea e detectar e reparar células cancerígenas antes de que se estendam.


É uma nova tecnologia com a capacidade de manipular, criar e avaliar materiais um bilionésimo de vezes menor que um metro. Nesta dimensão, os materiais têm comportamentos especiais e possuem maior eficiência nas suas propriedades. A Nanotecnologia pode ser usada em diversos setores da indústria e áreas estratégicas, como novos materiais, energia limpa, biotecnologia e meio ambiente.


Bom será que não seria algo que beneficiaria a todos nós?


O uso de produtos e o desenvolvimento de pesquisas na área da nanotecnologia – tecnologia de dimensão atômica, molecular e micromolecular – foram analisados durante o seminário Nanotecnologia: Situação Atual e Possíveis Impactos, no plenarinho da Assembléia Legislativa. Proposição do deputado Frei Sergio Göergen (PT), o seminário contou com o apoio das comissões de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo; Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia e também de Saúde e Meio Ambiente. O pesquisador e diretor da Organização Não Governamental (ONG) Erosion Technology and Concentration (ECT), Pat Mooney, foi o convidado principal. Canadense, ele esteve no Brasil participando de vários seminários e veio ao Rio Grande do Sul falar sobre os impactos das novas tecnologias, principalmente nas comunidades rurais.


Ele apresentou uma visão geral desta nova tecnologia surgida há duas décadas e presente em mais de 7.200 produtos, da comida do dia-a-dia a produtos farmacêuticos, censores, roupas, computadores, automóveis e aviões. Segundo Mooney, entre as 16 maiores corporações mundiais todas têm envolvimento direto na pesquisa e na produção de nanotecnologia. “Hoje há mais cientistas em Beijing (China) trabalhando nesta área do que em toda a Europa”, informou. Ele destacou o investimento de US$ 10 bilhões pelos Estados Unidos, em 2004, volume maior do que todos os investimentos em setores da área pública, enquanto o Brasil aplicou R$ 104 milhões nos últimos três anos.


A questão mais preocupante para o pesquisador, neste momento, é a ausência de informação e a legislação protetora da população sobre os resultados desta tecnologia. “Ela pode ser boa ou má, está nos circundando mas ainda não entrou na psiquê do público e dos governos”, afirmou. “Não sabemos nada sobre suas implicações ambientais e de segurança, e existem razões para ficarmos céticos quando nos dizem que as novas tecnologias vão resolver os problemas da sociedade, como a fome, a má distribuição de renda e a justiça social. Não dá para substituir a transformação da sociedade em transformação de genes”.


alertou para os perigos da possibilidade de ser permitido o patenteamento dos elementos da cadeia biológica e isto gerar o controle da produção de alimentos em todo o mundo. “A continuar este caminho, no futuro não teremos mais commodites na área de alimentos. Os alimentos utilizados serão totalmente transformados”. Em sua opinião, o cobre deverá desaparecer para dar espaço ao carbono manipulado pela nanotecnologia, gerando desemprego e problemas sociais em vários países. Mooney citou também o algodão, a borracha, o café, o acúçar e o cacau como produtos primários que poderão acabar nos próximos anos, substituídos por outros produzidos pela microtecnologia. E nenhum governo, segundo ele, regula esta nova ciência, todos aceitam que os novos produtos aprovados não precisam ser testados. “É um erro terrível, não sabemos se as monopartículas desses produtos são perigosas ou não”. Achei preocupante, mas na verdade não é a tecnologia ou os cientistas que são bons ou maus, são aqueles que patrocinam e manipulam a ciência é que são ou não maus, pois motivados pelo menor gasto possivel na fabricação e /ou produção e pelo lucro imoral vêm-se tentados a compactuar com práticas que prejudicam milhares de outras vidas financeiramente e também em relação a saúde, ambinetalmente etc.

Um artigo recente, que tem recebido grande acolhida pela imprensa internacional, apresenta a nanotecnología como solução para muitos problemas dos países em desenvolvimento. os autores, do Joint Centre for Bioethics da Universidade de Toronto, identificaram as 10 principais nanotecnologias que poderiam resolver problemas em áreas tais como água, agricultura, nutrição, saúde, energia e meio ambiente. As tecnologias vão de sistemas de produção e conservação de energia, passando por sensores para aumentar a produtividade agrícola e o tratamento da água até o diagnóstico de doenças. Propõe-se, no artigo, criar um fundo mundial para desenvolver tais tecnologias para os países em desenvolvimento (Addressing Global Challenges Using Nanotechnology). Cheia de boas intenções, a proposta reflete um enfoque mecânico, supondo que uma vez identificado corretamente o problema basta aplicar a tecnologia adequada resolvê-lo. A maioria dos exemplos que utilizam ignora que a relação entre ciência e sociedade é bastante mais complexa. Para ler mais clique: http://images.google.com.br/images?q=fotos+sobre+nanotecnologia&hl=pt-BR&lr=lang_pt&um=1&sa=X&oi=images&ct=title


Segue abaixo o link para o artigo que me incentivou a pesquisar sobre o assunto:





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